Testemunhos

Caro amigo Senhor José Lemos,
Fico muito obrigado de se ter lembrado de mim, porque, apesar da pandemia, ainda cá estamos vivos. Já não foi no próprio dia que me deu os parabéns pelo meu aniversário, mas é sempre bom nos lembrarmos uns dos outros. Muito obrigado por isso e pela sua gentileza de dar andamento ao meu pedido para ajudar na despesa do Lar da Caranguejeira*, que é a minha freguesia e da minha esposa. É um Lar com muito boas condições e foi muito bom terem-me acolhido porque, ao fim de 15 anos, já estava cansado. São 220 Euros que vão diretamente para a conta do Lar e, segundo o que me têm informado, está correto todos os meses. Fico muito obrigado pela vossa ajuda.

(Caranguejeira é uma freguesia do concelho de Leiria)

Henrique de Jesus Ferreira

Sou sócia e esposa do funcionário e sócio n.º 2615, João Manuel Maia Serôdio, e vimos na última revista um artigo do Sr. Henrique Pinto, em que fala sobre o meu falecido tio avô, Octávio Lopes Monteiro.

Foi muito agradável ler as suas palavras sobre este homem tão bom.

Obrigada ao Sr. Henrique Pinto!

Lara Gisela Serôdio, Mafra

“Enche-me de júbilo saber que, para além das meritórias atividades desenvolvidas pela arep ainda há um sentimento quase fraterno para todos quantos ajudaram (ajudam) o crescimento desta nossa Associação.
Endereço os meus cumprimentos afetuosos a todos os Colegas que mantêm viva tão prestimosa Associação.”

Joaquim Augusto Soares da Silva, Lisboa

“Os meus mais sinceros agradecimentos por tudo o que tem feito por todos nós. Tem feito um trabalho exemplar. Eu lhe agradeço do fundo do meu coração por tudo Deus lhe dê toda a saúde do mundo e que tudo lhe corra na sua vida como deseja. Muito obrigado pela sua atenção e carinho.
Com todo o carinho e atenção me despeço. Beijos e abraços meus.”

João Manuel Soares Alvarinhos, Lousã

“Já por duas vezes, a REN mandou entregar nos domicílios dos seus reformados máscaras
protetoras. Além dum merecido agradecimento e do bom exemplo que dá e a enobrece, o
gesto significa que a empresa não está esquecida de todos aqueles que, ao longo dos anos,
foram seus trabalhadores e que, certamente, não poderão deixar de se sentir sensibilizados com isso.”

José Rogeiro, Lisboa

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