Chiu Arruda
Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?
Sempre imaginei que iria manter-me ocupada, e é exatamente o que acontece. Para além do voluntariado na AREP, continuo a frequentar o ginásio, a fazer caminhadas e a cuidar dos netos sempre que necessário.
Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?
As mudanças mais marcantes foram após o falecimento do meu marido em 2019.
Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?
O círculo de amigos manteve-se, apesar de ter havido alguma transformação.
Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?
Sempre que tenho disponibilidade frequento algumas atividades.
Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?
Diria para não deixarem de se manter ativos e procurarem oportunidades de voluntariado, que podem trazer muito sentido e satisfação nesta nova etapa.
