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Notícias

Desmancha do Porco reúne mais de uma centena

O Centro reuniu 116 convivas na Quinta da Boiça, em Canas de Senhorim, num almoço convívio “Desmancha do Porco” marcado pela tradição, gastronomia regional e ...

AREP reforça formação com aulas online

A AREP reforça a sua aposta na aprendizagem ao longo da vida através de uma parceria com a RUTIS, que garante aos associados acesso a ...

Sul celebra o Ano Novo com almoço de convívio

O Almoço de Ano Novo do Sul foi um momento de reencontro entre associados, onde a boa disposição, o companheirismo e o sentimento de pertença ...

Deduções no IRS incluem novas despesas culturais

A partir de 2026, despesas com livros, espetáculos, museus e bibliotecas passam a contar para deduções no IRS, desde que seja pedida fatura com NIF ...

Como manter a saúde respiratória o durante o Inverno

Nesta época do ano, a saúde respiratória merece atenção redobrada. Conhecer sintomas, reforçar a prevenção e agir cedo ajuda a enfrentar os meses frios com ...

Magia do Natal criada com talento e coração

A AREP marcou presença no Magic Season Markets, onde voluntárias criaram um espaço solidário com peças artesanais, promovendo encontro, proximidade e apoio à missão social ...

Entre memórias e novos caminhos digitais

A relação dos seniores com a internet evoluiu significativamente, promovendo comunicação, aprendizagem, autonomia e uma presença digital cada vez mais ativa, com impactos positivos no ...

Voluntários do Centro celebram o Natal

A Delegação Centro assinalou a época natalícia com um almoço de voluntários, reunindo representantes dos Corpos Sociais e dos Núcleos de Leiria, Lousã, Seia e ...

Destaques

Gastronomia e tradição juntam-se na Desmancha do Porco

Tradição à mesa, convívio e sabores genuínos marcam a Desmancha do Porco, a 24 de janeiro de 2026, na Quinta da Boiça, numa iniciativa pensada ...

Delegação Centro promove almoço de Natal

A Delegação Centro organiza o almoço de Natal a 6 de dezembro, em Viseu, um momento de convívio e união para associados, familiares e amigos.

Património e identidade alentejana na Abertura das Talhas

A AREP organiza uma viagem única ao Alentejo, entre Évora e Vila de Frades, com destaque para a tradição milenar do vinho de talha, visitas ...

Vídeos

Delegações

Testemunhos

Salete Coelho

Sempre imaginei que depois de me reformar dedicaria uma parte do meu tempo a quem mais precisa e a outra parte em convívio social e dedicação à família. Neste momento, estou a fazer o que pretendia.
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Rosa Domingos

Imaginava que iria ter tempo para tudo… mas não. Comecei por ir para a Universidade Sénior, ajudei pessoas amigas necessitadas e, quando fui convidada para ir para a AREP, aceitei, porque era um projeto que tinha pensado fazer quando me reformasse.
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Paulo Pinto Almeida

Preparei-me bem para a reforma para não sentir grande impacto. Falei com amigos, tracei planos e percebi que a reforma significa “formar de novo”. Segui muitas linhas projetadas, mas outras surgiram inesperadamente.
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Paula Carvalho

Sempre soube que a minha vida social iria mudar. A maioria dos familiares e amigos continuava no ativo e tive de alargar o círculo de convívio. Apostei em novas atividades e, com elas, surgiram novas amizades.
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Noel Camoesas

Comecei a preparar o dia seguinte com bastante antecedência. Por coincidência, no mês em que deixei de trabalhar, tornei-me voluntária na AREP. Entretanto, já desempenhava funções nos órgãos sociais de outra instituição, ou seja, passei a ter o tempo “saudavelmente” como tinha planeado.
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Maria Joaquina Oliveira

Quando me reformei, não sabia exatamente o que iria fazer. Nos primeiros tempos dediquei-me aos netos e a alguns desafios familiares. Mais tarde, iniciei o voluntariado na AREP, então na Columbano Bordalo Pinheiro. Frequentava um curso de artes decorativas, comecei a dar aulas e a dinamizar workshops.
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Maria dos Anjos Rosa

Ao reformar-me tinha vários planos: cuidar da saúde, voltar ao exercício, estudar e viajar. Fiz um check-up, estava em forma, iniciei natação e continuei o minicurso de teatro. Mas tudo parou com o COVID.
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Lucília Fonseca

Nunca fiz projetos muito concretos para depois da reforma. Queria o primeiro ano livre de quaisquer compromissos, principalmente de relógio, e o resto viria por acréscimo.
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José Pedro Nunes

Como não fiz nenhuma preparação para a reforma, estava na expectativa de qual seria a minha reação e, na verdade, o terminar com uma rotina diária nos primeiros tempos foi complicado, até que a entrada para a AREP como voluntário e agora na direção local ajudou-me imenso.
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José Carlos Ribeiro

Sempre imaginei a reforma como uma etapa mais calma, com tempo para viagens, lazer e convívio com amigos. No entanto, percebi que seria necessário um esforço maior do que esperava para manter contactos sociais regulares.
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Joaquim Serrasqueiro

A reforma era um virar de página: tempo para passear, conviver e descansar, quase como umas férias prolongadas. Foi assim durante alguns meses, até sentir necessidade de ser útil. Encontrei na AREP essa oportunidade: ajudar outros e, neles, encontrar motivação.
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João José Bichão

Nunca idealizei muito o que seria a vida depois da reforma. Quando chegou, senti de facto um vazio — afinal, a vida social no trabalho ocupava um espaço importante do meu dia a dia.
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João Coelho

A reforma trouxe-me a liberdade de gerir a minha vida e o meu tempo. Passei a dedicar-me aos filhos, netos e a tudo o que antes não podia fazer.
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Ester Carvalho

Imaginava reativar atividades e amizades que, durante a vida profissional, ficaram descuradas pelo tempo disponível. Na reforma, passei a apoiar mais a família e a conviver com regularidade com os grupos de amigos que mantenho dos tempos de estudante, bem como com colegas ligados à minha vida profissional.
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Elisabete Saleiro

A vida social antes da reforma era limitada pelo volume de trabalho e horários exigentes, conciliados apenas com a vida familiar. Esperava, por isso, que a reforma trouxesse uma vida social mais ativa e espaço para os meus hobbies.
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Egídio Fernandes

Imaginei manter contactos, encontros e almoços, reforçar a atividade física, sobretudo andar de bicicleta, e aprender a tocar viola. Hoje continuo nas aulas e a pedalar, mas os encontros com colegas são esporádicos.
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Chiu Arruda

Sempre imaginei que iria manter-me ocupada, e é exatamente o que acontece. Para além do voluntariado na AREP, continuo a frequentar o ginásio, a fazer caminhadas e a cuidar dos netos sempre que necessário.
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Carlos Rodrigues

Encarei a reforma com alguma preocupação. Por um lado, iria deixar de conviver diariamente com colegas de quase 40 anos de trabalho; por outro, questionava-me sobre como ocupar os dias, já que nunca tinha planeado esta fase.
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Carlos Coelho

Imaginava a reforma com a perda de alguns amigos, mas também com novas amizades e muito tempo livre para atividades desejadas. Na realidade, concretizei a perda das amizades, mas só consegui realizar metade das atividades e tenho pouco tempo livre.
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António Dias

Como a pré-reforma e depois a reforma foram programadas por mim, pude planear esta fase. Passados sete anos, tenho vindo a concretizar, pouco a pouco, os objetivos definidos. Espero, com saúde, realizar mais alguns, sempre com família e amigos.
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