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Maria dos Anjos Rosa

Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?

Ao reformar-me tinha vários planos: cuidar da saúde, voltar ao exercício, estudar e viajar. Fiz um check-up, estava em forma, iniciei natação e continuei o minicurso de teatro. Mas tudo parou com o COVID.

Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?

Surpreendida pelo convite para integrar a direção da AREP na Delegação Sul, aceitei. Foi uma decisão feliz, pois apesar de já ser associada, desconhecia a dimensão do papel da AREP junto dos seus membros. Alterou rotinas, mas sinto diariamente que valeu a pena.

Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?

O meu círculo de amigos cresceu e transformou-se. Mantive os de sempre, mas muitos conhecidos tornaram-se grandes amigos.

Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?

Todas estas atividades são importantes: trazem conhecimento, convívio e desenvolvimento pessoal. Gosto de participar ativamente.

Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?

O meu conselho é claro: não pare! Ponha em prática os planos que fez para a reforma. A ideia de ter “todo o tempo do mundo” é ilusória. Sugiro visitar a delegação da AREP, conhecer atividades e, quem sabe, tornar-se voluntário — talvez nos encontremos por lá.

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