Ester Carvalho
Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?
Imaginava reativar atividades e amizades que, durante a vida profissional, ficaram descuradas pelo tempo disponível. Na reforma, passei a apoiar mais a família e a conviver com regularidade com os grupos de amigos que mantenho dos tempos de estudante, bem como com colegas ligados à minha vida profissional.
Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?
A maior mudança foi ter tempo para encontros regulares com família e amigos. Além disso, integrei novas atividades em grupo que antes não conseguia conciliar, o que trouxe diversidade e maior equilíbrio ao quotidiano.
Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?
O círculo de amigos, no geral, manteve-se. As pessoas com quem convivo diariamente alteraram-se, resultado das novas atividades que comecei a desempenhar.
Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?
As atividades que desempenho na AREP são relevantes: contribuo para a manutenção de uma instituição essencial, desenvolvo tarefas que gosto, mantenho contacto com antigos colegas e sinto-me mais próxima das Empresas onde trabalhei.
Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?
O meu conselho é preparar um plano que inclua sonhos e atividades adaptadas a cada perfil, mantendo sempre atividade física e intelectual. Assim é possível viver a reforma de forma plena.
