Home

José Carlos Ribeiro

Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?

Sempre imaginei a reforma como uma etapa mais calma, com tempo para viagens, lazer e convívio com amigos. No entanto, percebi que seria necessário um esforço maior do que esperava para manter contactos sociais regulares.

Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?

As rotinas de convívio mudaram bastante. Durante a vida ativa, o contacto era natural, fruto do trabalho ou de reuniões. Na reforma, deixou de ser espontâneo e passou a ser planeado e menos frequente, acontecendo sobretudo em eventos ou viagens.

Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?

O círculo de amigos transformou-se. Mantive os antigos, embora com menos assiduidade, mas o envolvimento em novas instituições trouxe-me relações diferentes e enriquecedoras.

Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?

A AREP tornou-se parte importante desta fase. Para além de permitir reencontrar colegas e amigos de décadas e partilhar valores comuns, possibilita também novas experiências de lazer, cultura e aprendizagem, essenciais para manter a mente ativa.

Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?

O meu conselho é preparar e planear bem a reforma. É, de facto, uma nova etapa de vida que deve ser vivida com equilíbrio, convívio e realização pessoal.

Scroll to Top