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Lucília Fonseca

Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?

Nunca fiz projetos muito concretos para depois da reforma. Queria o primeiro ano livre de quaisquer compromissos, principalmente de relógio, e o resto viria por acréscimo.

Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?

Ingressei na Universidade Sénior da cidade e posteriormente na SNBA e também em grupos de fotografia (que sempre foi a minha paixão desde muito novo), um dos quais organiza saídas mensais.

Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?

O círculo de amigos e conhecidos transformou-se radicalmente. Antes era quase exclusivamente formado por colegas de trabalho e alguns dos tempos de escola. Agora é muito mais abrangente e diversificado.

Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?

A verdade é que preenchi de tal maneira a minha vida que a participação nas atividades culturais e de lazer da AREP é muito reduzida. Ainda que não de forma muito direta, vou apoiando outros colegas também reformados em questões de burocracias.

Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?

De início, tirar algum tempo para se “esquecer” do relógio e pensar o que fazer a seguir. Há muitas e diversificadas opções para ocupar o tempo fazendo aquilo que se gosta e não se teve tempo enquanto profissionalmente ativos. Parar nunca!

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