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Noel Camoesas

Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?

Comecei a preparar o dia seguinte com bastante antecedência. Por coincidência, no mês em que deixei de trabalhar, tornei-me voluntária na AREP. Entretanto, já desempenhava funções nos órgãos sociais de outra instituição, ou seja, passei a ter o tempo “saudavelmente” como tinha planeado.

Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?

Passei a ter maior disponibilidade para conviver nomeadamente com colegas e amigos que se tinham reformado anteriormente.

Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?

O círculo de amigos e conhecidos cresceu particularmente com colegas que anteriormente trabalhavam noutras áreas ou setores, a que se juntaram outros que anteriormente eram meros conhecidos.

Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?

Representam um papel de grande relevo, pois ajudam o enriquecimento pessoal, assim como o convívio e a ocupação do tempo.

Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?

Não esperem que o dia chegue. Planeiem com antecedência as atividades que querem desenvolver. Há muito por onde escolher: voluntariado, universidades séniores, prática regular de exercício físico, como caminhadas, entre tantas outras possibilidades.

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