Home

Paula Carvalho

Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?

Sempre soube que a minha vida social iria mudar. A maioria dos familiares e amigos continuava no ativo e tive de alargar o círculo de convívio. Apostei em novas atividades e, com elas, surgiram novas amizades.

Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?

No trabalho tinha horários definidos e colegas — verdadeiros amigos — com quem partilhava conversas e gargalhadas. Agora esses momentos resumem-se a visitas ocasionais, que matam saudades, mas deixam vontade de mais. Aos poucos, criei novas rotinas.

Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?

O círculo cresceu e transformou-se. Convivo hoje com pessoas mais velhas, cuja experiência é valiosa, e também com jovens, que trazem uma visão fresca e otimista do futuro.

Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?

Pouco depois da pré-reforma iniciei o voluntariado na AREP. Tem sido gratificante: além do convívio, sinto que contribuo para a missão solidária da associação. É reconfortante perceber que tempo e dedicação fazem diferença.

Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?

Planeiem esta etapa com antecedência. Procurem atividades que preencham os dias e ajudem na adaptação. É uma grande mudança e cabe a cada um torná-la feliz.

Scroll to Top