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Rosa Domingos

Como imaginava a sua vida social depois da reforma – e o que aconteceu realmente?

Imaginava que iria ter tempo para tudo… mas não. Comecei por ir para a Universidade Sénior, ajudei pessoas amigas necessitadas e, quando fui convidada para ir para a AREP, aceitei, porque era um projeto que tinha pensado fazer quando me reformasse.

Quais foram as mudanças mais marcantes nas suas rotinas de convívio?

Foi o facto de ter liberdade de horários, poder desfrutar do tempo como me apetecesse, e foi a concretização de um sonho: ter uma casa no Alentejo.

Sente que o círculo de amigos e conhecidos cresceu, diminuiu ou transformou-se?

Cresceu e transformou-se. A maior parte dos novos amigos/conhecidos são pessoas mais velhas, mas com quem eu tenho aprendido imenso, nomeadamente no Alentejo.

Que papel desempenham hoje as atividades culturais, comunitárias ou de lazer da AREP na sua vida?

Desempenham um papel muito importante. São várias as atividades em que colaboro, sinto que estou a contribuir para o bem-estar dos nossos associados e, sem dúvida, é uma experiência muito gratificante e enriquecedora.

Se pudesse dar um conselho a quem está prestes a reformar-se, qual seria?

Se puderem, no início, desfrutem do “dolce fare niente”. Depois, é arranjar novas rotinas, especialmente a nível social, porque é muito salutar podermos ajudar quem precisa de ser ajudado.

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